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Por: Barbara Falcão INDIQUEIMPRIMIR

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A HISTÓRIA DA BICICLETA


A bicicleta, embora tenha sido idealizada por Leonardo Da Vinci já no século XV, só foi ser produzida mesmo 4 séculos depois, na França, sofrendo várias adaptações até ficar como a que usamos hoje. Ela é usada como meio de transporte em diversos países da Europa, onde há toda uma estrutura destinada a quem usa as bicicletas no seu dia a dia. O governo francês está até cogitando beneficiar as empresas que estimulem seus funcionários a irem trabalhar pedalando.
No Brasil as primeiras bicicletas chegaram por volta de 1890 trazidas da Europa e diferente de lá, ainda falta muito para que a bicicleta seja vista como alternativa de transporte. As últimas notícias sobre acidentes com ciclistas são preocupantes, mostrando que é preciso garantir o uso seguro da bicicleta nas nossas ruas para mais pessoas poderem desfrutar desta ótima atividade que é o ciclismo.
Além do laser, há muitos pontos positivos. O primeiro benefício é a prática de uma atividade física, o que afasta várias doenças causadas pelo sedentarismo e ainda melhora a qualidade de vida ao liberar substâncias em nosso organismo que nos fazem sentir bem. Outra vantagem é a econômia, tanto dos seus recursos financeiros quanto dos já tão escassos recursos naturais, a bicicleta, além de não poluir, não gasta combustível algum, só nossa energia. Aliás, por ser um exercício aeróbico, ainda emagrece.
Apesar de todos esses benefícios, muitas pessoas têm medo de sair com a bicicleta, já que aqui não há espaços suficientes destinados aos ciclistas como ciclovias ou ciclofaixas. Se encarar o trânsito de carro já é complicado, que dirá numa magrela? Por não haver uma tradição em nosso país de uso da bicicleta como meio de transporte, não conhecemos regras básicas no que diz respeito ao trânsito destes veículos que, mesmo menores, também fazem parte do tráfego e, por isso, têm uma série de direitos e deveres como qualquer outro.
Talvez esse desconhecimento seja a causa de tantos acidentes, já que os motoristas também devem conhecer e respeitar as regras de segurança em relação às bikes. A principal delas é manter a distância de 1,5m. Se não der para ultrapassar a esta distância, espere. O tempo gasto será muito maior se algo acontecer. E cuidado com as conversões à direita, muitos acidentes ocorrem porque o motorista simplesmente não vê o ciclista.
E se você decidiu sair com sua bike, lembre-se dos equipamentos de segurança (capacete, luvas, luz noturna), sempre fique visível para os motoristas, principalmente à noite (vale usar adesivos no capacete, roupas claras), ocupe um terço da faixa para evitar que você fique perigosamente prensado entre a calçada e o carro ao lado e caia, nunca ande na contramão. E não custa nada encostar para que os carros mais estressados passem.
Enfim, se todos estiverem conscientes do seu papel, quem sabe podemos criar uma convivência mais pacífica no trânsito. Não interessa se atrás do volante ou montado em uma magrela, lembre-se que você é o responsável pela sua segurança e pela dos outros então, vamos pedalar!
 

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